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12 motivos que fazem o bebê chorar e como acalmar o seu filho

16 de agosto de 2026 6 min de leitura Por Grão de Gente

Como decifrar a comunicação do seu filho

Para quem acaba de chegar ao mundo, o choro é a principal e mais eficiente ferramenta de comunicação. É por meio dele que os recém-nascidos expressam suas necessidades, frustrações e desconfortos. No entanto, para as mães e pais de primeira viagem — e até para os mais experientes —, identificar exatamente o que cada lágrima ou resmungo significa pode parecer um verdadeiro desafio.

De acordo com a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), bebês saudáveis podem chorar de uma a três horas por dia somando todos os episódios diários. Esse comportamento é perfeitamente normal e faz parte do desenvolvimento infantil. Para ajudar você a manter a calma e acolher o seu filho da melhor forma, a equipe da Grão de Gente reuniu os principais sinais físicos e comportamentais que explicam esse mistério.

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12 motivos que fazem o bebê chorar

1. Fome

Este é o clássico dos clássicos. O estômago do recém-nascido é muito pequeno, o que significa que ele digere o leite rapidamente e precisa mamar em intervalos curtos. O choro de fome costuma ser persistente, rítmico e vem acompanhado de sinais físicos claros: o bebê começa a lamber os lábios, sugar as próprias mãozinhas e virar a cabeça em busca do peito ou da mamadeira. A solução aqui é oferecer o alimento.

2. Fralda cheia ou suja

O contato prolongado com a urina e as fezes causa desconforto imediato e pode irritar a pele sensível do pequeno. Alguns bebês reclamam ao menor sinal de umidade, enquanto outros toleram um pouco mais. De qualquer forma, a troca frequente evita assaduras e devolve o bem-estar. Se a pele estiver irritada, vale conversar com o pediatra sobre a melhor pomada protetora.

3. Cansaço extremo e sono

Ao contrário dos adultos, que deitam e dormem quando estão exaustos, os bebês que passam do ponto do sono ficam extremamente agitados e irritados. O excesso de estímulos ao longo do dia dificulta o relaxamento. Para evitar esse choro estridente, observe sinais como esfregar os olhos, bocejar e desviar o olhar. Estabelecer uma rotina de sonecas diurna é fundamental.

4. Frio ou calor

A sensibilidade térmica dos bebês é muito alta. Para verificar se ele está confortável, evite tocar apenas nas mãos ou nos pés, que costumam ser mais frios. O ideal é sentir a temperatura do peito ou da nuca. Escolher as Roupas de Bebê adequadas para a estação do ano é o melhor caminho. Em dias quentes, um Body leve de algodão é suficiente, enquanto nos dias frios vale apostar em um macacão mais quentinho.

5. Cólicas

Muito comuns até os três meses de vida devido à imaturidade do sistema digestivo, as cólicas costumam aparecer no final da tarde ou início da noite. O choro de cólica é agudo, inconsolável e o bebê tende a contrair as perninhas em direção ao abdômen, além de fechar os punhos com força. Massagens suaves na barriga (no sentido horário) e compressas mornas ajudam a aliviar a dor.

6. Gases e necessidade de arrotar

Durante as mamadas, é comum que a criança engula um pouco de ar, especialmente se estiver muito faminta ou se a pega não estiver correta. Esse ar acumulado gera uma pressão incômoda no estômago. Para resolver, coloque o pequeno na posição vertical, encostado no seu peito, e dê leves tapinhas nas costas para facilitar o arroto antes de deitá-lo.

7. Necessidade de colo e aconchego

Bebês precisam de contato físico para se sentirem seguros. Eles passaram meses no útero escutando os batimentos cardíacos da mãe e sentindo o calor do corpo dela. O choro por carência costuma cessar quase imediatamente assim que você o pega no colo ou quando ele escuta a sua voz bem de perto.

8. Excesso de estímulos

Muitas visitas, barulho de televisão, luzes fortes e o hábito de passar o bebê de colo em colo podem sobrecarregar o sistema nervoso do recém-nascido. Quando ele se sente saturado, o choro serve como um desabafo. Nesses momentos, leve o seu filho para um ambiente silencioso, com pouca luz, e embale-o suavemente.

9. Nascimento dos dentes

Por volta dos seis meses, os primeiros dentes de leite começam a apontar, o que pode causar bastante coceira e dor na gengiva. O bebê passará a babar mais do que o habitual, tentará morder tudo o que encontrar pela frente e poderá apresentar perda de apetite. Oferecer mordedores resfriados ajuda a anestesiar temporariamente a região.

10. Susto e medo

O reflexo de Moro (aquele susto em que o bebê abre os braços de repente) é muito comum nos primeiros meses. Barulhos bruscos, como o bater de uma porta, ou mesmo a sensação de queda ao ser colocado no berço de forma rápida podem assustar o pequeno. Acolha-o firmemente em seus braços para que ele recupere a segurança.

11. Roupas desconfortáveis ou etiquetas

Às vezes, o motivo do choro é puramente físico e fácil de resolver. Uma etiqueta áspera arranhando a pele, um elástico apertado demais na cintura ou um zíper sem proteção interna podem incomodar bastante. Ao vestir o seu filho, dê preferência a peças confortáveis e de toque suave, como um clássico Body Manga Longa Bordado Principessa Rosa ou outras roupinhas de tecidos naturais.

12. Sinais de dor ou mal-estar físico

Se você já eliminou todas as alternativas anteriores e o choro persiste com um tom diferente — agudo, contínuo ou fraco demais —, pode ser sinal de dor ou início de febre. Fique atenta a sintomas associados, como alterações na respiração, pele muito quente ou apatia. Em qualquer caso de dúvida ou persistência do choro, a recomendação é procurar o pediatra imediatamente.

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Perguntas frequentes

Como diferenciar o choro de fome do choro de cólica?

O choro de fome costuma começar mais baixo e vai aumentando de intensidade, acompanhado de movimentos de busca com a boca. Já o choro de cólica surge de forma repentina, geralmente no fim do dia, e o bebê estica ou encolhe as perninhas, mantendo o corpinho rígido.

É verdade que deixar o bebê chorar faz bem para os pulmões?

Não, esse é um mito antigo que já foi superado. Deixar o bebê chorar sem acolhimento gera estresse desnecessário e eleva os níveis de cortisol no organismo do pequeno. O acolhimento fortalece o vínculo afetivo e a segurança emocional.

O que fazer quando o bebê não para de chorar mesmo alimentado e limpo?

Tente mudar de ambiente, dê um banho morno para relaxar os músculos, faça o ruído suave de "shhh" próximo ao ouvido dele e embale-o junto ao peito. Se o choro persistir por horas sem interrupção, consulte o pediatra.

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Para garantir que o seu pequeno fique sempre confortável e protegido contra irritações na pele causadas por tecidos ásperos ou etiquetas incomodas, vale a pena investir em enxovais e vestuário de alta qualidade. Conheça a nossa linha completa de Roupas de Bebê e proporcione todo o aconchego que o seu amor merece em cada fase do crescimento!

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